Sábado à noite: quatro jovens da Zona Leste paulistana pegam um carro emprestado e partem para a Zona Sul, dispostos a paquerar as meninas dos Jardins, um bairro que eles nem sabem direito onde fica. É o início de uma série de aventuras hilariantes pela noite da cidade. Desavisados, e desconhecendo os códigos locais, Pedrão, Jorginho, Júnior e Raio de Sol metem os pés pelas mãos, encontrando e provocando muita confusão.
Elenco: Carlos Baldim (“Pedrão”), Davi Campos (“Raio de Sol”), Edgard Jordão (“Jorginho”), Fabio Neppo (“Júnior”) e Aline Abovsky (“Hostess”, “Mina do Ônibus” e “Prostituta”).
Sou um cara muito na minha. Não acredito em “cultivar amizades”. Quando gosto de alguém é pra vida toda. Esteja longe ou perto, sempre estará aqui no meu peito. Eu acho que se nos identificamos com uma pessoa, não precisamos ficar em cima. A amizade tem que ser natural. Você tem que se sentir bem ao lado dessa pessoa e virce-verso. Às vezes fico um tempão sem ver um amigo e quando acontece o reencontro parece que foi ontem.
Em meio aquele transtorno do tal “PCC”, ontem, esbarrei com o amigo ator Edgard Jordão lá na Paulista. Trabalhei com esse cara em 2004, na peça “Balada de um palhaço”, do Plínio Marcos. Foi ótimo trabalhar naquele time. Antes do espetáculo exalava pelas coxias um clima de união, tranqüilidade, amor e paz. Normalmente, escutávamos ElisRegina e Tom Jobim antes do espetáculo. Também tive a oportunidade de conhecer um pouco do trabalho de direção de Tanah Correia. Um diretor que eu nunca tinha visto nada dele pelo fato da minha idade, e quando vi, passei a admirar o trampo do cara.
Edgard é um cara muito legal e profissional. Além de muito cômico, ele consegue tirar piada de tudo. O reencontro serviu pra me avisar que ele está em cartaz. O endereço é Teatro Ruth Escobar, a peça “Carro de Paulista”, texto de Mário Vianae Alessandro Marson e direção assinada pelo Jairo Mattos. Não tive tempo de ir assisti-lo. Vou travar o relógio pra ir até lá prestigiar meu brother. Vide sinopse acima.
Caso alguém não conheça o velho safado Buck ai vai uma ótima dica.
O escritor CharlesBukowski, morreu aos 73 anos de idade, no dia 9 de março de 1994. Nascido na Alemanha, filho de um soldado americano, ainda criança foi para os EUA. Teve problemas com alcoolismo e, apesar de ter realizado estudos superiores em literatura e jornalismo, trabalhou como frentista, ascensorista e motorista de caminhão. Começou a escrever poesias aos 15 anos, em 1935, mas seu primeiro livro saiu apenas 20 anos depois. Em 1962, estreou na prosa, caracterizada pela mistura de vida pessoal na literatura. Apenas em 1970 Bukowski deixou seu último emprego "comum", o de funcionário do correio, para se dedicar exclusivamente à escrita.
FACTÓTUM está em cartaz no cine BomBril em SP. O cinema fica dentro do conjunto nacional na Avenida Paulista. O filme conta a história de Henry Chinaski que trabalha nas fábricas e nos armazéns para suportar o que quer realmente fazer: beber, apostar nos cavalos, mulheres, sobretudo, escreve as histórias que ninguém quer publicar.Baseado na novela de Charles Bukowski, FACTÓTUM é a história de um homem que vive na borda, de um escritor que seja disposto arriscar tudo para se certificar de que sua vida é sua poesia.
“Alguns povos nunca são loucos. Que vidas verdadeiramente horríveis devem viver.”
Charles Bukowski
Bent Hamer - EUA/ Noruega – 2005 - 94 min. – 14 anos Distribuição: Califórnia Filmes
Hoje é dia da minha mãe. Estou na casa dela. Vou passar o dia por aqui. Ela pensou que eu tivesse esquecido, mas não. Gosto de fazer surpresas. Não nos esquecemos das pessoas especiais e ela é mais que especial pra mim. Ela é quem me deu essa vida maravilhosa. Ela é minha mãe! Te amo mãe!
Tive uma semana muito corrida. Por falta de tempo acabei ficando meio afastado daqui. Não tem como não lembrar, mais essa semana, exatamente na terça feira completou 35 anos da morte de Jim Morrison, que na época tinha 27 anos.
O grande poeta roqueiro, ídolo de várias gerações, morreu em 03/07/1971. Queria ter homenageado-o na terça, o dia em que ele morreu, mas infelizmente não deu. Jim está enterrado em Paris. O seu túmulo recebe cerca de 300 visitas por dia. Muitos fãs de todo o mundo, vestindo camisetas da banda, deixam cartas, flores, algumas fãs deixam calcinhas, sutiãs e outros chegam até a transar em cima do túmulo. Para evitar determinadas situações o cemitério disponibilizou um segurança para cuidar da cova de Jim. Que caretice! É o que ele diria se aqui estivesse.
Morrison completaria 63 anos no dia 8 de dezembro. Muitos acreditam que a sua morte no hotel parisiense foi uma farsa e afirmam que ele está vivo pelas ruas da capital francesa, cujas circunstâncias nunca foram completamente esclarecidas. Existiram relatos de que havia sido visto em rodeios no Texas, onde teria virado fazendeiro.
Sou grande admirador da banda “The Doors”. Seu estilo “blues-rock” é alucinante. Bem que Jim poderia estar vivo, afinal Elvis não morreu. Assim diz a lenda. Acho que ele seria muito mais louco e autêntico.
- Ele me magoou. Levou uma grande parte do patrimônio que construí por anos. Tirou minha convicção do próprio valor. Perdi aquele confiança que tinha pelo ser humano. Eu poderia ter feito milhares de coisas. Mas, não. Não tenho esse caráter e não recebi esse ensinamento. A minha dignidade ele não vai roubar.
NOME: Alexandre Souza Bitencurt NOME ARTÍSTICO: Alexandre Bitencurt IDADE: 21 anos CIDADE: Nascido em Cataguases / MG, vive atualmente em São Paulo. PROFISSÃO: Ator ANIVERSÁRIO: 02/05/1985 ARTISTAS: Morgan Freeman, Johny Depp, Tom Hanks, Robin William's, Frank Sinatra, Rita Hayworth, Paulo Autran, Denise Weimberg, Grande Otelo, Marco Nanini, Marieta Severo, Luiz Damasceno, Rogério Cardoso, Diogo Vilela e Selton Mello. SOM QUE APRECIA: The Doors, Bob Dylan, David Bowie, Iggy Pop, Tears For Fears, The Beatles, The Rollings Stones, Radio Head, Charlie Parker, Chico Buarque, Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Jorge Ben, Cordel do Fogo Encantado, Gilberto Gil, Radio Taxi, A Cor do Som, Beto Guedes, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Lobão, Lô Borges, Milton Nascimento, Zeca Baleiro, Raul Seixas e Flávio Venturini.