Esses dias eu andei pensando que preciso diminuir os “chopps”.
Hoje pela manhã acordei e fui até a padaria. 7 h da manhã, na porta de um bar, vi dois caras sentados tomando uma cerveja. Quando vi aquilo até pensei que estivesse de ressaca. Olhei no relógio: Monday, 7h.
Depois eu que estou bebendo muito. Ninguém merece.
Fruto desse blog, minha amiga virtual, Mony, está com seu novo blog. Promete soltar o verbo por lá. A intenção dela é manter o anonimato e poder extravasar falando de vários temas, inclusive do cotidiano feminino.
Inconformado com a integridade da pessoa que viveu junto 2 anos e meio, ele me disse:
-Cara, dei com a cara na porta. As pessoas sempre me proferiam que só conhecemos a nossa companheira quando nos separamos. Sempre descordava dessa teoria. No ápice da relação, eu e ela vivemos momentos lindos. Muitas recordações românticas. Falávamos da lua, do sol, das constelações, estrelas, de filhos, de Deus... Tínhamos grandes sonhos, inclusive de produzirmos várias peças juntos. Nosso mundo era simplesmente: poesia! Logicamente que tínhamos nossos desentendimentos, que eram inferências das diferenças, como qualquer bom e velho casal. Mas ela não soube relevar. Separamos depois de muitas desavenças. Antes dela, a maldita separação, eu era vangloriado. Juras de amor, muitas e muitas vezes tiniam nos meus tímpanos. Era ela, ali, sempre presente. Não sei se aquilo tudo era verdadeiro. Quando me desuni, tive como provar que meu amor, sim, era. Fiquei firme, mas não perdi o respeito e muito menos a ternura. Num certo sábado de abril, resolvi lhe enviar as mais belas flores que havia visto numa floricultura. Era daquelas importadas, conhecidas como champagne. Nunca tinha visto e jamais dei rosas tão lindas como àquelas. Meses depois, descobri que no dia que pedi para entregar as flores, ela não estava em casa e havia viajado para um lugar que considerávamos um grande paraíso. Chegando lá, se envolveu com outro cara que eu também conhecia. Isso depois de 2 meses separados. Soube através de um amigo meu. Quando recebeu as flores, no dia em que retornou de viagem, teve a manha de desfilar com o buquê e a coragem de contar uma história diferente para cada um que lhe perguntasse quem era o admirador. Ela omitiu para todos que eu havia dado-lhe aquele maldito buquê. Aquilo me rasgou o peito. Não me arrependo de ter lhe dado àquelas flores, pois sei que fui fiel a ela e que as flores patentearam meus leais sentimentos. Sei que jamais receberá flores como àquelas. Sei também que se tiver o mínimo de sentimento dentro de si, não esquecerá do que foi capaz de fazer. Quando aconteceu isso tudo eu não quis acreditar. Os meus olhos estavam triturados. Recentemente a vi com outro rapaz em sua nova casa, com menos 5 meses separados. Basta. Acho que o meu valor nunca existiu. Prefiro pensar que isso tudo não passou de uma ilusão e que esses anos duraram apenas um inverno. Eu não seria capaz fazer tudo isso com uma pessoa. Deus aplica provas em pessoas fortes. Agüentarei isso tudo calado. A verdade é que ela nunca me amou e eu sempre embalsamei seu precioso caráter.
Meu blog está fazendo aniversário hoje. 1 ano de post. Neste espaço já aconteceu muita coisa boa. Só tenho que agradecer a todos que por aqui passam todos os dias.
Outro dia eu estava lá na Av Paulista. Aliás, nessa Av, ultimamente tem acontecido trocentas coisas comigo. Quando passo por lá, a impressão que tenho, é que tudo de admirável pode acontecer. Outro dia encontrei um amigo que não via há tempo e agora avistei a lua de uma luneta.
Sou um cara que gosto muito desses contos de “objetos não identificados”, “Et’s” e “discos voadores”. Se eu ficar sabendo que será exibido algum documentário ou depoimentos sobre o assunto, ah meu amigo, me esqueça. Eu paro completamente. Mas mesmo com vários relatos, eu sou como São Thomé: Tenho que ver, pra crer!
Sinto grande atrativo sobre esses temas. Torço pra um dia ter a convicção de que existe vida em outro planeta. Tenho lá minhas dúvidas. Em lugares alto, vivo a procura deles, os marcianos. Pode não parecer ordinário, mas sou deslumbrado pela Ovniologia.
Ignorância minha, mas desafortunadamente não me lembro o nome do ufólogo que estava com seu instrumento óptico cravado no asfalto da Paulista. Só sei que quando vi, fui fisgado por imã. Depois de dois curiosos, como eu, espiarem pelo buraco do telescópio, finalmente então foi a minha vez. Quando vi a lua de São Jorge tive a comoção moral que jamais estivemos sozinho nesse mundo.
Foi lindo ver aquele brilho prateado irradiando nossa terra. Nunca esquecerei que fiquei tom perto de você, lua. Sua beleza continuará sempre inspirando os lunáticos por anos a fio.
Fiquei feliz quando recebi muitos e-mais e comentários, de pessoas que por aqui passam, preocupadas com meu dog: o Wolfgang. Eles, os animais, sem distinção, nos ajudam a crescer. Eles merecem todo o carinho humano. Obrigado pelos consolos.
As mensagens abaixo só foram publicadas mediante as aprovações das remetentes. Agradeço a Bia e a Kamila!
Outras não autorizaram, preferiram o anonimato. Agradeço da mesma forma. Mas, eu sei que vocês também amam.
Fiquei preocupada com o seu cachorro. A minha Vicki teve um problema semelhante e quem resolveu foi uma excelente e experiente veterinária de Moema- Dra Irce - seus telefones são (11) 50519744 e 50518403. Mas a minha preocupação é que precisa acudir logo, senão ele pode desidratar. No meu caso a Vicki estava doente do fígado porque não pode comer porcarias tais como aqueles ossinhos brancos do petshop e guloseimas. Ela não teve mais nada já faz uns dois anos, mas come atualmente só ração para estômagos sensíveis.
Desculpa a invasão, mas a depressão do Wolfgang me tocou... Não sou nenhuma especialista, mas tenho um pouco de experiência com animais (os meus, mesmo). Tive um coocker, o Bobby. Ele era muito brincalhão. Adorava se divertir com a chuva e com o ventilador (sentava em frente e deixava as orelhas ao vento...rs). O mais divertido de tudo, era vê-lo brincando com os gatos. Ele tinha preferência por um malhadinho (não me lembro mais o nome, eram tantos), que ele adorava arrastar pela casa. Isso mesmo. Arrastava, mas nunca machucava. Era só por brincadeira mesmo. Fiquei pensando no caso do Wolfgang... será que ele não precisa de um irmãozinho? Isso se ele já não tiver um (ou uma...rs). É uma raça muito brincalhona, e ele ainda é novinho... Sei que nem todas as pessoas são malucas como aqui na minha casa, e se contentam com apenas um animalzinho, mas talvez vc deva pensar no assunto. A Mila, poodle de uma amiga, andava muito triste, porque começou a ficar mais só nos últimos tempos. Prá tentar amenizar a crise, ganhou um peixe. Ela fica horas se divertindo em frente ao aquário... Deu resultado. A Tiriça, gata da minha irmã, depois que perdeu um filhotinho (e prá ajudar, foi castrada) se diverte por horas com o meu hamster. Claro que ele na gaiola e ela fora. Caso o lance de um irmãozinho não funcione, ou vc queira deixar como última cartada, tente a TV. A Pitty, minha filha, uma poodle, adora o canal de leilões. Vídeos divertidos, do Animal Planet também ajudam... principalmente nas noites de insônia. Sinhá Moça, ela também adora. Além de tudo, ela tem também 2 brinquedos favoritos, um coelho de pelúcia (o Sr. Coelho) e uma aranha de borracha com as patas de corda para limpar os dentes (a Dna. Joana). Fica bem interessante quando tem uma música de tema...rs Se não rolar nada com a TV, tente uma boa música. Rodolpho Augusto, meu Yorkshire, adora as rômanticas dos anos 70 e 80... Mas... se nada disso adiantar, sinto muito. Hora de olhar prá vc, ou quem mais convive com ele. A depressão pode não estar nele, e sim no lado humano da situação. Eles são sensíveis demais, capazes de captar sinais que ainda nem notamos...
Enfim... era isso. Peço desculpas mais uma vez pela invadir e me intrometer na sua vida. Se precisar de mais alguma coisa, estou por aqui.
"O Anjo do Pavilhão Cinco" leva Carandiru ao palco dos Satyros"
da Folha Online
Baseado no conto "Bárbara", de Drauzio Varella, a peça "O Anjo do Pavilhão Cinco" faz temporada até 30 de agosto no espaço Satyros Dois, na praça Roosevelt (centro de SP). O texto é de Aimar Labaki e a direção, de Emilio Di Biasi.
O espetáculo faz parte do projeto "Bárbara ao Quadrado", idealizado por André Fusko, que busca investigar a influência da dramaturgia na concepção de uma peça. "O Anjo" é a primeira de duas peças baseadas no mesmo conto --em setembro, o segundo espetáculo, "Abre as Asas sobre Nós" (texto de Sérgio Roveri e direção de Alexandre Reinecke) estréia no 13º Porto Alegre em Cena.
No conto, Varella revisita o universo do Carandiru e revela seres humanos encarcerados e embrutecidos que, no fundo, têm comportamentos e relações comuns. Em destaque, a luta pelo poder, a traição, a honra, a amizade e o amor. Bárbara (Ivam Cabral) é um travesti apaixonado por Xalé (Darson Ribeiro), encarregado da faxina. Quando Bárbara é traída por Xalé com Galega (travesti recém-chegado ao presídio, interpretado por Maria Gândara), resolve provocar ciúmes traindo-o com Faustino (André Fusko), protegido de Xalé e jurado de morte por ser estuprador. Sabendo da traição do amigo com Bárbara, Xalé deixa de protegê-lo.
O Anjo do Pavilhão Cinco Quando: segunda a quarta, às 22h30. Até 30 de agosto Onde: espaço dos Satyros Dois (pça. Roosevelt, 124, tel. 0/xx/11 3258-6345) Quanto: R$ 20
Meu cachorro Wolfgang não está nada bem. Ele está até esta hora da madrugada acordado. E, eu, morrendo de sono. Já têm alguns dias que ele não dorme, não come, fica inquieto e chegou até a vomitar. Os veterinários não conseguiram identificar nada. Confesso que estou ficando preocupadíssimo com ele. O dia já vai dia raiar. Escuto o galo do vizinho catar. Foda-se o sono. Continuarei aqui, firme, madrugada a fora em claro ao lado dele.
NOME: Alexandre Souza Bitencurt NOME ARTÍSTICO: Alexandre Bitencurt IDADE: 21 anos CIDADE: Nascido em Cataguases / MG, vive atualmente em São Paulo. PROFISSÃO: Ator ANIVERSÁRIO: 02/05/1985 ARTISTAS: Morgan Freeman, Johny Depp, Tom Hanks, Robin William's, Frank Sinatra, Rita Hayworth, Paulo Autran, Denise Weimberg, Grande Otelo, Marco Nanini, Marieta Severo, Luiz Damasceno, Rogério Cardoso, Diogo Vilela e Selton Mello. SOM QUE APRECIA: The Doors, Bob Dylan, David Bowie, Iggy Pop, Tears For Fears, The Beatles, The Rollings Stones, Radio Head, Charlie Parker, Chico Buarque, Arnaldo Antunes, Marisa Monte, Jorge Ben, Cordel do Fogo Encantado, Gilberto Gil, Radio Taxi, A Cor do Som, Beto Guedes, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Lobão, Lô Borges, Milton Nascimento, Zeca Baleiro, Raul Seixas e Flávio Venturini.